12/07/14

Elo da vida

Como é belo o canto das aves,
Como canta maravilhosamente cada ave,
Bem-ti-vis, patativas, sabiás...
Qual fugaz é um canto,
Quão belo sua expressão.
Como podemos cantar se não sabemos,
Não gorgeamos, raros são aqueles que cantam,
Aqueles que produzem música.
Aqueles que fazem um poema.
E poematiza a própria vida.
Que seja além das vaidades.
Não tem vaidade a ave ao cantar.
Canta porque a vida lhes dar o canto.
E o canto dar sentido
E permite que a vida permaneça
Num elo atado pelo sopro da vida.

Noite enluarada

 Antes podia desfrutar às noites de lua cheia em família. Papai, mamãe e meus cinco irmãos. Eu olhava para o céu com um olhar ingênuo. Era t...

Gogh

Gogh