No campo vasto, onde a grama cresce viçosa, forrageiam as belas ovelhas. Seus movimentos rápidos aparando a grama soam constantemente. A pastora e o cãozinho pastoreiam horas a fio sem percebem que as horas passam enquanto a grama é aparada. A pastorinha não acha um tédio observar as ovelhinhas comendo sem parar porque as ama. E fica ali pastoreando esquecendo-se das horas, ai delas se não fosse o sol para alertar sobre o tempo. Se alguma se tenta se afastar do rebanho o cãozinho sai ladrando e a pastora respira fundo. Que virá pela frente? Manhã e tarde. Será que a pastorinha já nomeou cada ovelha? Suas companheiras de existência as ovelhas nada pensam só forrageiam. Pastorinha doce e amiga segue sua vida sem nada esperar a não ser suas ovelhas pastarem. O vento vez por outra sopra fazendo ervas e cabelos dançarem. Ah pastorinha que monotonia, mas tem tanta coisa para ser nomeada, tantas formas a serem conhecidas ou nada. O tempo pastorinha, ensina a ter paciência e que na vida tarde ou cedo tudo chega.
Amanhece
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Gogh