em pleno céu azul,
voa a ave de rapina,
o sol forte a brilhar,
nuvens lentas a passar,
de asas abertas,
voa sem parar,
vôo circular,
seguindo as térmicas.
A ave sobe bem alto
e plana, plana sem parar,
pra lá e pra cá
em movimento circular...
Enche o peito do ar frio da madrugada. Traz em si um cheiro particular, Cheiro das chuvas de abril, Cheiro da mata molhada. O silêncio é su...