terça-feira, 3 de novembro de 2009

Residência e as provações

A propósito do calor. O calor me faz lembrar muitas coisas tais como praia, salada de frutas e a linda cidade de Natal.
Natal é tão ensolarada que já me fez sentir tanto calor. Morei lá entre os anos 2000 e 2006. Vivia na Residência universitária, num quarto com cinco amigos. Nosso quarto tinha apenas uma janela e esta tinha uma grade que até parecia uma prisão. No verão, aquele ambiente parecia ferver. E com esse incomodo era muito desgastante para estudar. Tínhamos apenas um o salão de estudo e por não ter janelas era realmente muito desconfortante e aquela sala era uma sala de tortura, visto que o sol da tarde atingia de cheio a parede deste. O salão não tinha seis ventiladores que quando ligados parecia uma tecelagem de tanto barulho com uma porta única e várias mesas.
Quantas pessoas vi cochilar ao invés de estudar de cansaço e calor. Ia estudar a força. Nos fins de semana ficávamos estudando horas afinco e quando chegava a noite os olhos até ficavam irritados.
O calor fazia tomarmos mais de três banhos por dia, pois suávamos muito.
No quarto eu não tinha um ventilador pra fazer o ar circular e adormecer era uma muito difícil.
As vezes acordava e ia para o pátio sentir a brisa e tomava mais um banho.
Conversava com os amigos e reclamava do calor.


Sentia meu corpo ferver.


A sombra do algaroba muitas vezes atendia o orelhão, conversava um poco, a sandália deslizava de tanto suor.


Nesse período era excelente para secar a roupa no varal.


Calor que me trousse tanta dor,


Me tornou mais resiliente.

calor

Têm coisas que me irritam. Uma delas é a sensação de calor. O verão está vindo mais quente que nunca.
Hoje o dia foi muito quente. Uma sensação péssima toma conta do corpo, afecção, sono por dormir mal a noite não dar para relaxar, raciocinar ou fazer algo bom além de tomar um bom banho com água fria, mas se toma banho logo vem a sensação de calor novamente. A adaptação ao período de verão realmente não é uma das melhores senações a serem descrita, nem deveria, mas como irrita é bom saber que tem coisas que irritam.

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Imitação e o perigo

Não faz muito tempo, eu era criança lá em Serrinha.
Aconteceu um fato muito engraçado, porém deveras perigoso.
Tenho essa memória viva e ainda lembro como se fosse hoje.
Aconteceu no banheiro da nossa casa. O banheiro era muito simples, tinha um sanitário uma tampa rosa e a porta de madeira de umburana, um tanque que cabia três cargas d`água, o telhando feito de caibros roliços e telhas que sobre o tanque era quebrada para no período de chuva a água cair no tanque e também clarear o ambiente, nessa época não tinha eletricidade em minha casa. Ano era 1983, minha idade quatro anos.
Ali, o papai fazia a barba com um estojo e gilete, na curiosidade eu sempre via ele fazendo a barba achava interessante. Certo dia resolvi usar o estojo e como não tinha barba, usei para pelar o cabelo de maneira que rapei parte do meu cabelo, acho que fiquei parecendo um índio.
A noite fomos para a casa de minha tia que estava doente e ela ficou muito assustada com aquilo, achou que poderia feito um acidente horrível.
Não me lembro de seu rosto, pois era noite e estava escuro. Não consegui captar esse momento.
Lembro que era noite enluarada e lembro de irmos a cavalo.

Sobrevivi e nunca me esqueci.

serei louco

Minha mente é o meu universo.
Através dela posso viajar pelo passado,
viver o presente e projetar um futuro.
Eu sou o que eu penso, sinto e compreendo.
Meu mundo minha representação.
Do que gosto? daquilo que me faz sentir bem em harmonia com a vida,
portanto adoro um dia ensolarado de inverno no inverno, onde posso ver o vendo assanhar a copa da ceriguela.

Mais são imagens, minhas imagens.
Queria que alguém pudesse sentir o mesmo que não fosse tão peculiar.

Quero expendir minhas idéias.
Eu preciso acreditar em mim, na vida.

Tenho que fazer do caos de minha mente um cosmo,
e sobreviver com dignidade, não como louco.
Se bem que me acho meio louco as vezes.
ou sempre, sou um louco fingindo ser normal.
Nem eu mesmo sei mais,
só minha mente que sabe.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

ver.

Vejo o verde nos campos, a esperança que levo desde jovem, mas não sou mais tão jovem.
Vejo o azul do céu, céu azul, nu, céu em paz.
sem neves de algodão, nimbus.

Vejo o dourado das flores, enfeitam os jardins, calçadas a vida.

Vejo o concreto envelhecendo, construção ruindo.
Vejo o riacho esmpumando, o sabão da casa sabe lá de quem.
Vejo os buracos nas estradas não tenho carro, mas acho estericamente feio, um buraco.

Vejo pessoas, jovens e velhas, mas não me chama atenção o velho e sim o jovem, mas nem sempre serei jovem, nem por isso deixarei de olhar um jovem, talvez quebre meus espelhos.

Eu vejo o mundo mudar, pessoas mudarem.

Vejo a vida passar sem perceber, dia a dia, vivo cada um, driblando a minha existência tendo sempre algo pra fazer, pra dar sentido a minha vida.

Quando não sei o que fazer, minha vida fica um lixo.

Eu vejo... sinto o tempo passar. porque tomo banho todos os dias, eu almoço, janto...
tenho no tempo a segurança de que não ficarei ocioso.

tempo não me falta, mas também não me sobra.
Não sei ser impacial com o tempo.

One day I sleep of this dream that is the live

Despertar ou esquecer

Cada dia que se passa é uma subtração de um dia.  Estamos indo de encontro com nosso fim que talvez seja iminente, não sabemos, simplesmente nosso cérebro esquece.
E quando lembramos desse fato ficamos amedrontados.
Simplesmente a morte é uma incógnita, que nos apavora, mas nem sempre foi assim,
Antes da idade moderna a morte era considerada como natural.
A morte é um estádio de transição, o verbo morrer só se conjuga uma vez por uma pessoa.
Não enfrentamos a morte de frente, evitamos a morte como evitamos olhar pro sol.
A morte e vida,
morte é passado, vida presente uma linha tênue separa esses dois polos.
um dia vais cruzar.

vazio

Do cão late na rua,
na rua vazia,
escura e fria,
o cão parou de latir,

tantos cães latem,
pra que?´
Pra quem?

Tem dias que só sabemos ouvir os cães nao pensamos em nada.
noites vazias.

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

noite

A luz pálida na noite,
me convidava a dormir,
como um besouro atraido para a boca do sapo.
dormir uma boa noite.
boa noite

Macambuzio

Hoje o dia foi tão longo, talvez porque acordei tão cedo ou talvez porque não sai de casa. Senti que estava só, não constumo sentir solidão, mas hoje me sinto só, desolado. Nada me fez senti melhor, mesmo a presença de meus amigos não me trousseram paz.
Agora ouço o silêncio da noite, um frio gostoso me convida para ir pra cama, meus olhos querem cerrar. Minha voz calou, ainda falou palavras de um poema de Camões, mas agora já fechou, quanto tempo ela não balbucia uma oração, talvez seja esse o motivo de minha solidão, minha alma está com fome!
Bem Tudo passa.
Hoje não tive uma noticia que me deixasse feliz.
Na veradade elas só nos aliviam rapidamente, mas nenhuma me fez sorri.
Alguma coisa ruim me aconteceu, será se não sou tão bom?
Por fazer algo tradicional não serei eu capaz?
Minha capacidade de sintese não é muito praticada.

Estou triste por me achar meio perdido, como se estivesse no meio de um texto sem lembrar da introdução nem como terminar o texto.

Tudo vai passar.


It is my wourld and only my ment is possible of know me.

My small wourld it is my life.

domingo, 25 de outubro de 2009

domingado

Despontando o domingo se foi, uma nova semana vem ai.
vou dormir é o melhor que posso fazer.
Nossa está um calor miserável.

Bem mais foi um bom domingo li várias coisas sobre Mozart, Teorias do desenvolvimento ovário em Angiospermas, assisti Don Juam.

Bem como é de fato comum a mim estou sempre monologando, não consigo viver sem monologar, pois na maioria das vezes estou preso aos meus pensamentos peculiares.
Polindo meus ideais.


Hoje de fato foi um bom dia, ajudei a fazer o almoço, fui ao mercado.

Despertar

 Por um momento senti a vida em plenitude, e já não tinha tanta juventude. Pensei no tempo que nada tem de materialidade, Vasculhei na memór...

Gogh

Gogh