sábado, 26 de fevereiro de 2011

Respira

Quando o sol frouxo no céu
Vai caindo no poente,
sopra uma brisa quente,
O céu de azul intenso véu

e o refrescar a alma,
o corpo pede calma,
infla o peito, respira,
sente o aroma do mundo,
que não tem nenhum fundo,

Sente algo profundo
o doce aroma da vida,
O doce aroma das flores,
Suas formas e cores...

Então te atraem a atenção,
quando a vida parece
última,
eterna seja a música,
a poesia, para que
possas refrigerares
o espírito,
o corpo envelhece,
a matéria quer renovar,
nessa vida breve,
finita
que nos resta senão viver,
sofrer,
crer e amar,
quando a brisa
depois do meio dia soprar,
quando de barriga cheia
estiver,
respira,
olha as flores,
sente o aroma
da vida
e agradece,
pois pode ser o último momento!

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Mudança de estado

Sob o solo as raízes sustentam,  Um eixo cinzento, Um tronco que se ramifica sustentando folhas  Alternas em espiral, No ápice do eixo, Um c...

Gogh

Gogh