A luz da tarde quebrando e caindo para o poente.
O silencioso calor do dia que termina
Parece afagar nossos corpos.
O tic-tac do relógio marca 15 para as 15 horas.
A conversa distante dos vizinhos, o som do vento chegando.
A janela rangendo o sanhaçu, o filtro do vento.
A existência em esplendor.
Meio acordado e meio dormindo entre a percepção e a razão.
Eis o ser.
Eis a existência.
Um carro passa veloz e barulhento na estrada.
Um sentido e um sentimento transcende a minha existência.
Silêncio sinto a plenitude da vida.
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