Vi o mar, no sábado.
As águas estavam claras, esverdeadas como esmeralda.
Brincamos na areia.
Tomamos banho de mar.
Estávamos lá:
Eu, mamãe Dayane, Papai Rubens e tia Lidiana.
A manhã voou.
De tão bom.
Enche o peito do ar frio da madrugada. Traz em si um cheiro particular, Cheiro das chuvas de abril, Cheiro da mata molhada. O silêncio é su...