25/06/13

Vejo

A terra continua a mesma,
o sol a brilhar alumiando o dia,
após a noite plenilúnea.
as árvores tem seus ramos balançados pelo vento.
Através da janela vejo tudo isto.

Vejo ainda um joão-de-barro
caminhando e forrageando.
O joão-de-barro de penas
telhadas, anda desengonçado,
De lá pra cá, olha desconfiado,
caminha sobre as folhas secas do bambus,
bica aqui, bica ali.
Bica, bica, bica...
Me olha e continua.
Por que não canta?
Eh! João... corre e voa e some.

Amanhece

 Enche o peito do ar frio da madrugada. Traz em si um cheiro particular, Cheiro das chuvas de abril, Cheiro da mata molhada. O silêncio é su...

Gogh

Gogh