A insegurança e o medo me acuaram naquela manhã de quarta-feira dia 02 de junho de 2010. Senti o sangue ferver em minhas mãos geladas, uma intensa vontade de fugir, ir para bem longe e ficar isolado do mundo humano. Confesso que a emoção foi mais forte que eu e senti uma intensa vontade de chorar e eu chorei. Senti a fragilidade de um cristal,pois só o som daquelas palavras me desconcertaram me fragmentaram a cacos, não sabia como me reconstituir. Então fragilmente eu chorei. Aos poucos me reconstitui, mas confesso que foi intensa a dor que senti, talvez isso me traga alguma sequela, quem sabe não sei. Senti-me num cadafalso, sendo julgado por aquilo que me faltou arte. Arte da escrita sobre a idéia e como defender minha idéia se o meu medo era o meu maior inimigo. As vezes nos vemos presos a sentimentos tão fortes e ingratos, nos sentimos insignificantes. Talvez muitas pessoas não restem a tal destruição moral e desistem de seguir em frente. Confesso que já senti muito medo, mas nunca pensava em desistir, mas de melhorar minhas fraquezas. No momento me faltam idéias, falta aprender a expressar minhas idéias, pois é ai está a chave de minha liberdade, mas o minha insegurança e o medo ainda são os meus guias ao longo da vida. Meu desejo é meu maior combustível enquanto tiver vida. Hei de chegar a onde quero.
Esse caminho me trará a felicidade de cada dia.
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Gogh