20/08/10

A sexta, passa.

O sol se vai,
na tarde de sexta-feira,
e aos poucos vai se apagando
a cor de brasa do crepúsculo.

A noite vem,
nova e aos poucos esfria,
uma, duas, três e várias estrelas brilham.

O breu da noite é quebrado,
pela lua nova,
se faz sombra noturna,
das árvores no solo.
Enfim a noite passa,
o dia chega...
a vida passa,
tudo passa.

Amanhece

 Enche o peito do ar frio da madrugada. Traz em si um cheiro particular, Cheiro das chuvas de abril, Cheiro da mata molhada. O silêncio é su...

Gogh

Gogh