Ontem, Vinícius e eu saímos para ir ao pé de acerola. Nunca vi ele ama acerola. Vamos devagar e conversando. Ele teve a curiosidade de ver a estrela formada no corte de um pé de mandacaru. Analisou os três cortes e me perguntou por que tinha cortado. Expliquei que o ramo estava crescendo e tomando a calçada. Depois ele viu os frutos imaturos. Pediu um e então dei. Perguntou se podia comer e não fiz objeção ele provou e disse que era azedo. Fomos na acerola e ele quis todas que tinha acesso. Então fomos a pitangueira, mas passamos no pé de sapoti que tinham muitos frutos no chão, derrubados pelo vento. No pé de timbaúva ele pegou duas folhas uma para mim e outra para ele. Disse que eram machados. Viu que não tinha fruto na pitangueira e disse que ela, a planta tinha crescido. Para minha surpresa ele reconheceu um pé de jasmim e me pediu uma folha. Tirei, mas expliquei estava gotejando leite, látex. Ele ficou impressionado, não quis mais. Na frente ele pegou um ramo de bougainvillea e disse esse não tem leite. Na frente peguei uma romã. Não prestou atenção só quando chegamos em casa. Antes disso andamos um monte e fomos a praça. Ele se divertiu. Viu um amigo de natação. Depois fomos para casa. E depois de tudo quis provar da romã. Assim se forma um humano, botânico.
A mudança com paz
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Gogh