12/01/18

Terra natal

 Nesta terra de plantas com ramos intricados, de solo vermelho, onde o vento sopra mais forte e as aves cantam felizes, onde os afloramentos se revelam, onde as  flores de lianas são perfumadas cresceu o meu pai, terra hoje abandonada por minha. Tudo continua como sempre foi e será porque a terra não é propriedade humana.

Agora, observando cá estou ao sabor do odor das flores amarelas e do canto destas aves e refletindo a dificuldade de viver nestas bandas esquecidas pelos homens que aqui foram concebidos por fim imbricados na concha do tempo. R.T.Q

Amanhece

 Enche o peito do ar frio da madrugada. Traz em si um cheiro particular, Cheiro das chuvas de abril, Cheiro da mata molhada. O silêncio é su...

Gogh

Gogh