Fomos a missa ontem Vinícius, a mamãe e eu. Ontem foi um dia a moda Vinícius, ou seja muito intenso, mesmo ficando entocado como na história do tatu taruto tarantino. Nos criámos universos em nossas mentes e tudo fica grande. Bom! Brincamos demais, tomamos banho, almoçamos e a tarde fomos a missa. Vinicius não para na igreja. Pula, acena, brinca, sorri, lancha, entra em contato com os nossos amigos, fala... mas tanta atividade é sinal de fadiga. Então teve uma hora que não deu a mamãe deu mameco e ele dormiu profundamente, desde a homilia até a benção final. Dai acordou após a benção fui tomar água e ele foi comigo. Então ele solta uma pérola. Tá vendo papai como sou capaz de me comportar na igreja. Fiquei bem quietinho e a missa passou muito rápido. Morri de rir com essa deixa de Vinícius. Como dizia mamãe, fulano é parada. Vinícius é parada.
A concepção de mundo é subjetiva, sendo a experiência sua fonte capital. O mundo é representação. Então, não basta entender o processo aparentemente linear impressão, percepção e o entendimento das figuras da consciência. É preciso viver, agir e por vezes refletir e assim conhecer ao mundo e principalmente a si mesmo. Aprender a pensar!
segunda-feira, 17 de março de 2025
sexta-feira, 14 de março de 2025
Os pássaros me disseram
A patativa cantou,
O sanhaçu cantou,
O sabiá cantou...
Eles entenderam a alegria das plantas em floração.
Entenderam que precisam trabalhar.
Entenderam que precisam construir seus ninhos.
Entenderam que seu canto é seu atrativo.
Entenderam que sem canto sem companheira.
Entenderam que se trabalharem bem.
Seus ninhos, suas companheiras terão recurso.
Logo dividirão o trabalho.
Enquanto isso!
As flores desaparecem,
E os frutos delas crescem.
E os frutos amadurecerão.
Alimentando as patativas, os sanhaçus e os sabiás
Que terão mais energia para a grande jornada
Que é a reprodução.
Foi o que me disseram esses pássaros.
quinta-feira, 13 de março de 2025
Primo do sabiá
Em terras estrangeiras,
Ouvi um pássaro cantar,
Tinha o tom de um sabiá,
Parecia a ave de cá,
Perguntei que ave era,
Melro me responderam,
Quase escurecia,
A ave vestia de noite,
Amarelo canto feito o bico.
Melro
Sabia sabiá
Surpresa botânica
Ontem, fomos observar uma munguba comprometida aqui no campus I da ufpb.
E para minha surpresa vi duas plantas no estacionamento que nem imaginava.
Uma Libidibia leiostachya e um Chloroleucon.
Bacana preciso voltar lar para saber mais sobre estas plantas.
Nem eu sabia(á)
Que belo é o canto do sabiá.
Tenho uma sensação de calma,
Tenho uma sensação de paz.
Canta pausado,
Parece pensar o seu canto.
Pousado no ramo.
Tem um olhar concentrado
Ou perdido.
Suas perninhas finas e fortes,
Seus pés engarfados
Sustenta esse corpo emplumado
Que canta a pensar,
Que pensa ao cantar...
terça-feira, 11 de março de 2025
Saudade
Saudade não mata!
mas quase consegue,
Falta fôlego!
Aquela falta.
Aquele vazio.
Nunca deveras preenchido.
Saudade.
Ignorância musical
Lembro do termo cantoria!
Lembro que o tio de papai apelidado por Michico gostava muito.
Lembro que Lorival marido de tia Raimunda também gostava muito e organizava cantoria na casa dele.
Eu nunca fui.
Não gostava. Não lembro de papai ouvir.
Lembro de longe o nome Eliseu Ventania.
Só vim conhecer a voz e a obra que tive acesso a pouco tempo acho que em 2022.
E venho me familiarizando com sua obra e sua voz.
Era martinense do pé da serra.
Cada vez vou descobrindo mais sobre o poeta e sobre o gênero.
Sei que ficou cego.
Que foi morava em Mossoró e que fazia um programa de rádio.
Gosto muito de suas canções.
Em especial "Folha seca".
Pra fechar.
Cantoria para mim soava como algo velho.
Algo ou um gosto de velho.
Hoje, estou descobrindo a minha ignorância sobre o gênero e o tamanho da minha ignorância quanto a nossa cultura.
segunda-feira, 10 de março de 2025
A vida trágica
Num interior pequeno uma menina nasceu com uma doença. Com poucos anos de idade perdeu a capacidade de andar e passando a depender de uma cadeira de rodas. Sua mãe extremamente cuidadora e protetora criou e cuidou com tanto carinho. Todos os dias a alimentava, a banhava e colocava sua filha para dormir. Além disto, trabalhava como costureira nos natais costumava fazer uma árvore de natal toda colorida. Esta mulher viveu com seu esposo que amava cuidar da gado. Conseguiram viver em harmonia por muito tempo. Tinha uma casa simples e móveis e uma máquina de costura. Ele tinha um cavalo, um burro, umas vaquinhas de onde tomavam leite. Um dia essa mãe faleceu e a vida continuou para a pobre menina e seu pai. Os anos os consomem estão velhos. A tragédia faz parte desta família e de todas as famílias.
Quanto custa
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Gogh