Tudo que nasce um dia morre.
Todo que é novo envelhece.
O tempo é o espaço entre esses dois pontos...
Não sabemos exatamente que ponto é o momento final, ainda bem.
Pensar sobre isso é perca de tempo ou não.
Nesse espaço ocupamos um espaço material,
Mas não estamos possivelmente fisicamente presos a nada,
Ou algo nos prende?
Nossa forma de viver... como aprendemos a ser.
Podemos ser diferentes?
A concepção de mundo é subjetiva, sendo a experiência sua fonte capital. O mundo é representação. Então, não basta entender o processo aparentemente linear impressão, percepção e o entendimento das figuras da consciência. É preciso viver, agir e por vezes refletir e assim conhecer ao mundo e principalmente a si mesmo. Aprender a pensar!
quinta-feira, 3 de novembro de 2016
terça-feira, 1 de novembro de 2016
Verão
Primavera?
Onde?
Aqui é verão...
O sol nasce as 5h e se põe as 17:30h.
Temos luz de dia as 4:30...
Viçosas cantam as aves,
Algumas árvores florescem,
Outras apenas enudecem...
Não temos primavera aqui,
Temos sim um largo e quente verão...
Aqui se passa mais um,
Não é mais um, mas sim o verão...
Onde hibernamos de indisposição e queremos... cama, cama, cama.
Onde?
Aqui é verão...
O sol nasce as 5h e se põe as 17:30h.
Temos luz de dia as 4:30...
Viçosas cantam as aves,
Algumas árvores florescem,
Outras apenas enudecem...
Não temos primavera aqui,
Temos sim um largo e quente verão...
Aqui se passa mais um,
Não é mais um, mas sim o verão...
Onde hibernamos de indisposição e queremos... cama, cama, cama.
segunda-feira, 31 de outubro de 2016
Fogo
Muita luz,
Aurora se faz antes das cinco,
O primeiro crepúsculo revela o mundo,
Feito braseiro encarnado que se faz luz,
E o tempo infinito dos diversos ontens,
Ontem velho empoeirado, com teias de aranha,
Ontem jovem de inverno, transparente...
O cheiro e o gosto do tempo...
Esse louco invento humano,
As coisas que parecem envelhecer
Ou não seria nossa percepção,
Agora mesmo abre em minha memória o sertão
Sertão das vertentes que com suas terras macias
Animavam meu avó que dorme na eternidade por mais de 20 anos...
E essas memórias como brasa de angico que não se apaga ainda.
Aurora se faz antes das cinco,
O primeiro crepúsculo revela o mundo,
Feito braseiro encarnado que se faz luz,
E o tempo infinito dos diversos ontens,
Ontem velho empoeirado, com teias de aranha,
Ontem jovem de inverno, transparente...
O cheiro e o gosto do tempo...
Esse louco invento humano,
As coisas que parecem envelhecer
Ou não seria nossa percepção,
Agora mesmo abre em minha memória o sertão
Sertão das vertentes que com suas terras macias
Animavam meu avó que dorme na eternidade por mais de 20 anos...
E essas memórias como brasa de angico que não se apaga ainda.
terça-feira, 25 de outubro de 2016
sexta-feira, 21 de outubro de 2016
Revelar
Uma foto,
Uma janela,
O que revela?
O mundo,
As formas...
Através do olhar,
O mundo é mais belo.
Uma janela,
O que revela?
O mundo,
As formas...
Através do olhar,
O mundo é mais belo.
quarta-feira, 19 de outubro de 2016
Experiências
Cenas
Viver é aprender,
Sequer nos damos conta deste fato, mas a todos os instantes temos que resolver problemas,
Alguns tem urgência e outros não...
Viver é aprender,
Sequer nos damos conta deste fato, mas a todos os instantes temos que resolver problemas,
Alguns tem urgência e outros não...
Quando vivemos podemos aprender e compreender os fatos como fatos,
A entender as atitudes, complicar ou descomplicar,
Ah...
Viver é uma arte?
Viver é uma arte?
Tem pessoas que nunca aprendem a lidar com a vida...
É preciso a idade para domar ou a perda para ensinar.
Por mais reflexões que façamos,
Nem tudo terá uma explicação suficiente.
terça-feira, 18 de outubro de 2016
Questão
O tempo,
Ah, o tempo...
Perdido no espaço,
Sem tempo!
O que é um sem o outro?
O infinito?
Ah, o tempo...
Perdido no espaço,
Sem tempo!
O que é um sem o outro?
O infinito?
Minha mente,
Minhas ideias,
Minhas representações,
A subjetividade,
O sertão no meu peito,
Meu peito no sertão...
Quem sou eu!
Sou a vida vivendo...
O devir acontecendo.
Verão
O verão chegou muito sol e muito calor.
A mata da floresta perde as folhas suavemente,
O dia se arrasta lerdo e quente,
Nasce mais cedo, mas logo se despede
E as noites escuras e estreladas são mais belas,
Árvores florescem coloridas,
A serrapilheira rufa cobre o chão,
Chegou, sim chegou o verão.
A mata da floresta perde as folhas suavemente,
O dia se arrasta lerdo e quente,
Nasce mais cedo, mas logo se despede
E as noites escuras e estreladas são mais belas,
Árvores florescem coloridas,
A serrapilheira rufa cobre o chão,
Chegou, sim chegou o verão.
domingo, 16 de outubro de 2016
O Humano
Ser humano é ser vulnerável,
Incerto, imperfeito, uma incógnita.
É ter memórias...
Somos a soma do que vivemos.
Incerto, imperfeito, uma incógnita.
É ter memórias...
Somos a soma do que vivemos.
Busca
Passa,
Agora, eterno devir,
Vêm a ser e deixa de ser...
A existência é um fato.
Em que mundo habito?
O que é a alteridade?
Sei lá...
Passo o dia tentando preenchê-lo com poesia,
Música, filme...
Fugindo de memórias.
E a todo momento tentando descobrir
O c a m i n h o da felicidade.
Agora, eterno devir,
Vêm a ser e deixa de ser...
A existência é um fato.
Em que mundo habito?
O que é a alteridade?
Sei lá...
Passo o dia tentando preenchê-lo com poesia,
Música, filme...
Fugindo de memórias.
E a todo momento tentando descobrir
O c a m i n h o da felicidade.
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