segunda-feira, 22 de abril de 2013

Tarde plúmbea

E a tarde caiu plúmbea,
junto com ela o vento frio azul.
E o tom das cores
aos poucos foram sendo
dissolvidos pela noite.
O lago com suas águas plúmbeas
ondeando e aos poucos
refletindo a luz brilhante
dos postes de luz.
A luz fria da lua alumiando
a chegada da noite.
A natureza toda se recata,
seis horas, o rádio toca
uma ave-maria.
O dia partiu,
mas um dia vivido,
mas uma tarde
se foi...
As tardes são mais tristes a só.
Ao menos nos dá um abrigo
para pensar na vida.
E a tarde plúmbea se foi,
do infinito surgiu e pro infinito partiu.

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