sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Tarde de sexta-feira

A tarde se vai serena, suave e pequena.
A tarde se entrega a noite, vermelha feito rosto pudico de uma virgem.
E quando a tarde se vai
e quando a tarde se entrega a noite.
Sopra o vento frio,
sopra o vento frio.
O céu está tão azul.
O céu parece nu.
Nuvens passam movidas pelo vento...
Nuvens passam arredias
suaves e vazias.

Ah,
A tarde...
A tarde de sexta-feira.

A tarde fria de sexta-feira,
faz-me reviver,
faz-me agora sofrer.

Mas é tarde de sexta-feira.
Quem dera aquela maravilhosa pizza.

O tempo passou
e me levou para longe
de tudo que eu gostava,
de tudo que amava.

Restou esperança e solidão.

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