quinta-feira, 28 de abril de 2011

O tempo

Quando penso, enquanto penso e quando paro de pensar o tempo foi, é e continua sendo.
O tempo não pára, está sempre a seguindo seu curso, é como rio segue seu leito até o mar.
E como um caracol, o tempo parece está próximo quando está distante. Se tentar desenrolar esse perceberemos quanto é distante. E podemos ouvir o eco do tempo, as evidencias encrostradas na matéria podem ditar os fatos dentro deste tempo. O tempo passado é vivo em nossa mente, através das memórias, tão próximo e tão distante.
Se paramos para refletir sobre o tempo teremos sempre que termos um ponto onde amarramos o tempo e possamos construir uma trajetória que cremos ser nosso tempo.
A sombra do tempo futuro nos assusta. Tememos pois imaginamos saber o que é, mas não sabemos o que virá a ser. Nos encontramos imersos no tempo. Neste intervalo somos tudo e nada. Através das evidências podemos supor o que se passou, mas o que virá é incerto.
O tempo não existe fora de fora do pensamento humano. O tempo é uma criação humana. Está impregnado ao nosso existir. É uma forma que encontramos para explicar nossas origens, para não ficarmos perdidos no espaço. Não podemos tocar no tempo, nem sentir o tempo o máximo que fazer é imaginar algo como sendo a sombra do tempo. Uma música, algo como atravessar o espaço infinito.
E é assim que percebo o tempo através dos sentidos, das memórias do meu discernimento como humano.

TTTTTTTTTTTTTTTTTTeeeeeeemmmmmpppppppppppoooooooooooooooooooooooooooooo...

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