quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Cerrado

No céu encarnado,
o sol se põe,
no solo enrubrado,
suave poeria expõe...

ah que horizonte,
sem sequer um monte,
que ares secos,
no fim da tarde,
o sol ja não arde,
e deita o sol,
se entrega a noite,
sem vento ou açoite.
na calma do cerrado,
a natureza se encerra.

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