terça-feira, 17 de novembro de 2009

Linguagens

Posso imaginar ouvindo, estou ouvindo uma linda canção e vendo um ambiente totalmente calmo, doce e harmonioso,porém quando troco a música, posso ver outro ambiente. Minha mente como o mais avançado computador sempre associa alguma música conhecida a alguma memória que me faz ver ou sentir algo que essa música desperta em minha mente.
Mas realmente eu vejo?
Vejo!
Vejo quando fecho os olhos.

Vejo uma imagem que já não existe mais.

Posso imaginar ao sentir um cheiro,
Se estou sentindo um doce perfume e posso ver um campo verde cheio de mufumbo repleto de flores, vejo as abelhas, visto que é uma sensação deliciosa que tenho do cheiro doce.

Posso imaginar ao tatear algo,
Se estou tateando um caju, vejo sua cor viva, sua maciez, sua castanha dura.

Posso imaginar ao saborear algo,
se quando saboreio um caju sinto o doce acre, vejo os sítios de cajueiros repletos de frutos.

Meus sentidos são capazes de em um único intante captar uma quantidade infinita de informações que não consigo processá-las imediatamente, necessito de um certo tempo para conseguir aprender essas infomações,visto que tantas que é necessário filtra-las e extrair apenas o que preciso.

Tenho um mundo interno de informações que muitas vezes se confunde com o mundo externo que muitas vezes tudo parece um verdadeiro caos.

Somos seres caóticos que aprendeu a buscar um cosmo e reunir tamtas quantas forem as informações para traduzi-la em linguagem legível a nós mesmo.

A medida que o tempo passa o mundo torna-se mais caótico e continua em sua tendência ao caos. As linguagens são tantas que novamente temos um novo caos, mas de liguagens, portanto é necessário sermos objetivos, senão quisermos nos tornarmos imersos em informações, para entender o mundo exterior ou simplimente ignorar tal caos, todavia se escolhermos tal opção estaremos condenados ao isolamento.

O mundo hoje é excessivamente dinâmico, pois somos bilhões produzindo mais e mais linguagem, tecnologia e caos, já não somos capazes de alcançarmos, mas façamos o mínimo.

Utilizemos o que a natureza nos deu os sentidos em nosso favor para continuamente aprendermos a aprender.

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